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Setembro Amarelo – O suicídio pode ser prevenido

By Notícias No Comments

Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde a oferta de ajuda voluntária ou profissional pode ajudar na prevenção ao suicídio. No Brasil, a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, regulamentada pela Lei nº 13.819/2019, prevê a atuação conjunta de órgãos e profissionais de saúde, profissionais do ensino, conselhos tutelares, imprensa, órgãos de segurança e outros. Vê-se, portanto, que, sendo um problema social, exige a participação de vários agentes da sociedade, como o CVV – rede voluntária de prevenção – que atua nesse sentido há quase 60 anos. Além da sociedade civil organizada, todos podem ajudar na prevenção ficando atento aos sinais, oferecendo apoio e informando de forma responsável.

Setembro Amarelo – É possível proteger quem tentou suicídio

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Não existe uma receita pronta sobre como proteger uma pessoa que já tentou suicídio, pois crenças, valores e experiencias de vida são fatores extremamente pessoais. No entanto, especialistas observam que os seguintes fatores podem funcionar como “proteção” para a pessoa que tem pensamentos suicidas, como manter bom nível de autoestima, ter suporte familiar e alimentar alguma crença espiritual ou religiosa. As pessoas que precisam de ajuda podem recorrer ao CVV, que oferece apoio emocional gratuito. E já existem programas de saúde pública que oferecem esse serviço.

Setembro Amarelo – Decifrando os sinais

By Notícias No Comments

Quem deseja se suicidar muitas vezes dá sinais que podem ser difíceis de serem identificados, como mudanças bruscas de comportamento, abandono de atividades profissionais e hobbies, doação de coisas às quais tinham apego, alternâncias repentinas de humor, etc. ou frases soltas como: “eu preferia estar morto”, “eu sou um perdedor e um peso pros outros”, “os outros vão ser mais felizes sem mim”, “queria poder viajar e nunca mais voltar”. São sinais de difícil identificação, especialmente para quem convive com a pessoa, razão pela qual não existem culpados ou responsáveis por não terem tido essa percepção.