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Comunicação Hospital

HMSI avança para se tornar referência no atendimento a pacientes com AVC

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O Hospital e Maternidade Santa Isabel (HMSI) deu um grande passo para oferecer aos pacientes acometidos por Acidente Vascular Cerebral (AVC) o protocolo de atendimento recomendado pelas melhores práticas de saúde.

Na sexta-feira, 6 de dezembro, o secretário de Saúde de Jaboticabal, João Roberto da Silva, esteve no hospital para assinar um termo de compromisso se comprometendo a adotar no município, por meio do HMSI, o protocolo de atendimento inicial ao paciente de AVC constante no Plano de Ação regional da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, do Ministério da Saúde.

O estabelecimento desse protocolo coloca Jaboticabal no caminho para pleitear uma Unidade de AVC – estabelecimentos hospitalares que desempenham papel de referência no atendimento a pacientes acometidos pela doença, e que devem cumprir uma série de requisitos e oferecer estrutura para dar a assistência mais adequada a esses casos.

A assinatura do termo teve ainda a presença de representantes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jaboticabal, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu, e do próprio Hospital e Maternidade Santa Isabel – a reunião também contou com uma explanação do neurologista do corpo clínico do HMSI, Dr. Frederico Nakano, sobre o passo a passo exigido pelo protocolo de atendimento ao paciente com suspeita de AVC.

“O estabelecimento do protocolo nos permite padronizar o atendimento ao paciente com suspeita de AVC, fazendo com que receba a assistência necessária em tempo hábil para que possa ser submetido às condutas e tratamentos necessários. São casos graves, que envolvem um alto risco de mortalidade, de sequelas neurológicas, e o protocolo vai melhorar o atendimento na cidade de Jaboticabal e microrregião”, afirma Dr. Frederico.

“Jaboticabal dá um passo importante com o estabelecimento desse protocolo. Observamos que, em função do aumento da expectativa de vida da população, essa é uma doença que acomete as pessoas com mais idade. Hoje, nossos munícipes são encaminhados para Ribeirão Preto, e a partir disso eles serão atendidos no Hospital e Maternidade Santa Isabel”, ressalta João Roberto.

De janeiro de 2018 a abril de 2019, foram internados em Jaboticabal 76 pacientes pelo Sistema Único de Saúde com acidente vascular cerebral, dos quais 13 vieram a óbito. A adoção do protocolo vai agilizar o atendimento, visto que o tempo é crucial para evitar que o paciente tenha algum tipo de sequela.

“Com a adoção do protocolo, teremos mais chances de reduzir as sequelas neurológicas do paciente. Nós vamos ter uma chance maior de devolver para a sociedade um paciente com uma melhor funcionalidade – um paciente que antes não poderia andar, por exemplo, com o atendimento mais ágil, isso passa a ser possível”, finaliza Dr. Frederico.

Unidades de AVC

Definidas por Portaria do Ministério da Saúde em 2012, as Unidades de AVC são centros de referência para atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral, que disponibilizam e realizam o procedimento com o uso de trombolítico (medicamentos usados para dissolver coágulos sanguíneos – causa do AVC isquêmico), conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas específico.

Devem cumprir, ainda, diversos requisitos, como: oferecer atendimento 24 horas por dia, os sete dias da semana; realizar exame de tomografia computadorizada de crânio ininterruptamente; dispor de equipe treinada em urgência para atendimento a pacientes com AVC, composta por médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem, e coordenada por neurologista; disponibilizar atendimento neurológico em até 30 minutos após a entrada do paciente; possuir leitos monitorados para o atendimento ao AVC agudo; realizar serviço de laboratório clínico em tempo integral; e dispor de equipe neurocirúrgica presencial ou disponível em até duas horas, entre outros.

Hospital e Maternidade Santa Isabel reforma quartos da Unidade A

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Visando ao processo de melhoria contínua no atendimento aos seus clientes, o Hospital e Maternidade Santa Isabel está promovendo reforma nos leitos de internação da Unidade A. Um a um, todos os 16 quartos estão passando  por obras e melhorias para dar mais conforto aos pacientes internados.

A Unidade é voltada para o atendimento de clientes conveniados e particulares. As obras vão alterar a estrutura física dos quartos, com nova pintura, iluminação, mudança de local do oxigênio, nova campainha e frigobar. Toda a adequação estrutural está sendo conduzida pelo próprio hospital.

“Nosso objetivo é estar sempre evoluindo, oferecendo o que há de melhor para nossos pacientes. A reforma vai dar mais estrutura para atendê-los com mais conforto e agilidade, e está sendo feita quarto a quarto, para que o atendimento não seja interrompido”, afirmou o coordenador do HMSI, Dr. Jeyner Valério Júnior. A última etapa da reforma será a pintura do corredor dessa unidade.

Além das obras de adequação, também foram adquiridas novas 32 camas e poltronas para acompanhantes, além de poltronas especiais para pacientes obesos – de até 300 quilos. A aquisição é fruto de um investimento da Unimed Jaboticabal que adquiriu e disponibilizou os equipamentos para uso do hospital.

“Os novos equipamentos ampliam a capacidade de atendimento do HMSI. Além das poltronas especiais, a Unimed também adquiriu um equipamento (guincho hospitalar) para mobilizar pacientes obesos, de até 300 quilos, com toda a segurança. Essas reformas e aquisições darão uma nova cara a esse setor de internação”, completa Dr. Jeyner.

Hospital e Maternidade Santa Isabel recebe Missa Campal da Paróquia São Benedito celebrada pelo Bispo Dom Eduardo

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A segunda edição da Missa Campal em homenagem à Santa Isabel da Hungria contou com uma presença especial: o Bispo Diocesano Dom Eduardo Pinheiro da Silva foi o responsável pela celebração, que pelo segundo ano consecutivo aconteceu em frente à entrada principal do Hospital e Maternidade Santa Isabel.

Realizada no domingo, 17 de novembro, a missa também contou com a presença do Padre Marciel Silva de Lima, da Paróquia São Benedito, e do Padre Adílson, da Paróquia Santa Teresa de Jesus. Cerca de 200 fiéis participaram da celebração.

“Celebrar uma missa na frente do Hospital tem um significado todo particular de estar mais perto, em comunhão com aqueles que estão sofrendo em seus leitos. Celebrar ali também é expressão de reconhecimento pelo serviço de tantas pessoas que se dedicaram e se dedicam ao amor concreto ao próximo. Além do mais, sob os olhares de Santa Izabel, celebrar em frente ao Hospital se torna uma mensagem provocativa para que a sociedade enxergue com mais atenção e generosidade este ambiente que, paradoxalmente, existe para servir esta mesma sociedade”, afirmou o Bispo Dom Eduardo.

“Desde o momento em que cheguei, percebi a seriedade na preparação e o carinho na condução deste evento para que ele acontecesse de maneira séria, familiar e segura. Parabéns a todos e agradecimento especial a Renata Assirati pela competência e simpatia com que conduziu esse momento. Deus abençoe a todos”, finalizou Dom Eduardo.

Ao final, os participantes contaram com uma pequena quermesse realizada pela equipe de colaboradores do HMSI, com comidas e bebidas.

HMSI realiza sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

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O Hospital e Maternidade Santa Isabel reuniu profissionais de qualidade em prol da saúde e segurança – de 11 a 14 de novembro, os colaboradores do HMSI participaram da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Sipat, com palestras realizadas no anfiteatro do HMSI.

Medicina Preventiva (que abordou drogas lícitas, DSTs, noções de primeiros socorros, absenteísmo, dengue e câncer), com Thiago Izaias do Vale, do Grupo Saúde e Vida, foi o tema que abriu a semana. Na sequência, a psicopedagoga e contadora de história Luciane Benetti Donadon ministrou palestra com o tema E, por falar em você! Já o psicólogo, hipnoterapeuta e bombeiro Rogério Ricardo abordou o tema Conhecendo suas Emoções para Melhorar suas Intervenções Profissionais.

Hospital e Maternidade Santa Isabel contrata empresa especializada em UTI Móvel para transporte de recém-nascidos

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A partir de 7 de novembro, o Hospital e Maternidade Santa Isabel deixará de utilizar os serviços da pela Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU para o transporte de recém-nascidos que necessitem de remoção para UTI Neonatal.

A direção do Hospital e Maternidade Santa Isabel determinou a contratação de empresa especializada para a realização desse serviço. Os custos serão cobertos pelo próprio Hospital. A medida visa aumentar ainda mais a segurança do recém-nascido em uma etapa do tratamento fundamental para a vida: o transporte. O anúncio foi feito pela Irmandade de Misericórdia, responsável pela direção do Hospital na tarde de 6 de novembro. O Hospital deixou claro que a empresa especializada em serviço de UTI Móvel foi especificamente contratada para atender a ocorrência de transporte de recém-nascidos. Os demais pacientes continuarão a ser transportados pelo SAMU.

De acordo com os protocolos médicos a responsabilidade do Hospital é entregar o paciente estabilizado para transporte para a unidade de alta complexidade. Neste momento é muito importante que a equipe responsável pelo transporte continue monitorizando essa criança. Médico e enfermeiro devem estar ao lado dela por todo o tempo, observando veias puncionadas, frequência cardíaca, oximetria de pulso, glicemia e o estado geral. Todos esses elementos que fazem parte da avaliação da criança devem ser observados durante todo o transporte, que precisa ocorrer num espaço de tempo curto.

Caso haja alguma intercorrência como, por exemplo, uma parada cardíaca ou um pneumotórax, o procedimento correto é parar a ambulância e prestar o atendimento à criança. É indispensável, nesse momento, que o veículo de transporte ofereça todos os recursos, com todos os equipamentos à mão dos profissionais responsáveis.  Caso a  UTI móvel acelere para chegar mais rápido, isso não vai resultar em benefício para a criança. Durante o transporte é indispensável que os cuidados gerais sejam mantidos, como se o recém-nascido já estivesse em uma unidade de terapia intensiva.

NOTA À IMPRENSA: HOSPITAL E MATERNIDADE SANTA ISABEL

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O Hospital e Maternidade Santa Isabel lamenta profundamente o óbito da criança recém-nascida ocorrido no dia 3 de novembro de 2019 e se solidariza com a família.

Nada é mais importante do que a vida e a saúde e o HMSI trabalha com esse compromisso.

Todo o atendimento à gestante e ao bebê foi realizado com base nos protocolos médicos. A equipe da maternidade do HMSI acompanhou a evolução do parto e atendendo à gestante, realizou a cirurgia cesariana.

O Parto Humanizado praticado pelo Hospital e Maternidade Santa Isabel é adotado por hospitais públicos e privados em todo o Brasil. Não se trata de um tipo de parto, normal ou cirúrgico (cesáreo), e sim da forma de parto que mais respeita o papel da mulher.

Esclarecemos que a ocorrência nada tem a ver com a via de parto adotada. A legislação não permite ao Hospital ou à autoridade médica que informe detalhes sobre a situação clínica de cada paciente. É o estado clínico que define o procedimento a ser adotado.

A criança nasceu apresentando dificuldades respiratórias. O Hospital e Maternidade Santa Isabel tomou todas as medidas para estabilização da paciente. Assim que estabilizada, com saturação de 94%, a criança recém-nascida foi encaminhada ao transporte, realizado pela equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU, ao CTI Neonatal da Santa Casa de Sertãozinho, local onde foi a óbito.

A direção da Irmandade de Misericórdia de Jaboticabal iniciou a apuração do ocorrido com base nos depoimentos de todos os profissionais que atuaram no atendimento à gestante e à criança recém-nascida. Também serão solicitadas oficialmente à Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU informações sobre eventuais intercorrências durante o transporte, técnicas utilizadas e condições clínicas da criança recém-nascida na chegada ao CTI Neonatal da Santa Casa de Sertãozinho, uma vez que o prontuário do paciente que deixou o Hospital e Maternidade Santa Isabel estabilizado não corresponde ao prontuário do mesmo paciente ao chegar à Santa Casa de Sertãozinho. O depoimento da família da gestante também fará parte da avaliação do caso.

A Irmandade de Misericórdia do Hospital e Maternidade Santa Isabel determinou   a contratação de empresa especializada para realizar o transporte de recém-nascidos que necessitem de cuidados intensivos de UTI Neonatal, assegurando que, durante o transporte sejam mantidos os cuidados gerais de uma terapia intensiva e, caso haja, alguma intercorrência que seja possível realizar procedimentos especializados. Assim, a partir do dia 7 de novembro, o transporte de recém-nascidos que apresentem situação crítica deixará de realizado pela Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU. O HMSI assumirá integralmente os custos destas transferências.

É fundamental esclarecer que o Hospital e Maternidade Santa Isabel atende integralmente a legislação. Mesmo antes de a Lei 17.137/2019 entrar em vigor, o HMSI já adotava a conduta que passou a ser exigida por ela.

A Nota Técnica de assistência a gestante que solicita o parto cesáreo para cumprimento da Lei 17.137/2019, aprovada pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, garante à parturiente a possibilidade de optar pela cesariana a partir da 39ª semana de gestação, desde que em trabalho de parto ativo, salvo em casos de urgência/emergência.

Sendo assim, quando a decisão da gestante é pela cesariana, aguardamos o início do trabalho de parto ativo para fazer o procedimento cirúrgico, o que, muitas vezes, é confundido com uma suposta recusa em atender a solicitação da paciente.

Atendendo a diretrizes da Organização Mundial da Saúde, preconizadas pelo Ministério da Saúde, incentivamos o parto normal, por ser esta a via preferencial de nascimento em países de primeiro mundo.

Os dados referentes a esse caso, e a todos os demais atendidos por nós, estão devidamente registrados em prontuário, com toda a transparência e ética que norteia a atuação da Irmandade de Misericórdia – Hospital e Maternidade Santa Isabel, desde sua fundação, em 1904, há 115 anos.

Técnicas oncoplásticas atuais evitam retirada total da mama em casos de câncer

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A evolução da Medicina nos últimos anos tem possibilitado tratamentos menos invasivos e que resultam em menor efeito colateral para os pacientes. No caso do câncer de mama, essa premissa tem levado a resultados estéticos satisfatórios mesmo após uma cirurgia de retirada de um câncer, propiciando à paciente, na maioria das vezes, uma vida normal após o tratamento da doença.

“O modelo de tratamento oferecido à paciente vai depender do tamanho do tumor, do tamanho da mama e da expectativa que a paciente tem com o resultado estético. Sempre que possível, a possibilidade de reconstrução deve ser oferecida, discutida com a paciente, para um melhor planejamento cirúrgico e maior êxito com o procedimento”, afirma o Dr. Cleber Henrique Ferreira da Silva, oncologista e mastologista do Hospital e Maternidade Santa Isabel.

O HMSI conta com uma estrutura adequada e profissionais qualificados para realizar todas as técnicas atuais de reconstrução da mama. “Dependendo do tamanho e localização do tumor, algumas mulheres irão se beneficiar da realização de quimioterapia antes da cirurgia – chamada de Quimioterapia Neoadjuvante, para diminuir o tamanho do tumor e a cirurgia ser menos agressiva posteriormente”, avalia Dr. Cleber.

Atualmente, o número de mulheres que fazem mastectomia (retirada total da mama) é muito menor que no passado, devido às novas técnicas cirúrgicas oncoplásticas.

“Antigamente, o procedimento padrão era retirada total da mama. O médico italiano Umberto Veronesi, na década de 80, teve a ideia de associar a retirada parcial da mama ao tratamento oncológico (retirando exatamente um pedaço da mama onde estava localizado o tumor). Ele observou que a taxa de sobrevida e de cura eram as mesmas tanto para esse novo procedimento quanto para a retirada total da mama”, observa.

“Não é o tipo de cirurgia que vai indicar a chance de cura da paciente, mas a associação de várias modalidades de tratamento: cirurgia, quimioterapia, radioterapia e outros, de acordo com o perfil do tumor de cada paciente”, completa Dr. Cleber.

Um dos principais impactos desse novo tipo de abordagem é o psicológico: quando a mulher sabe que após a cirurgia ela terá sua mama preservada, a aceitação ao tratamento é maior. “Sempre que possível, o objetivo é preservar a mama da mulher, porque é um órgão sexual, que impacta diretamente na sua autoestima. Quando ela faz o tratamento e percebe que a mama está normal, a aceitação ao próximo passo é menos traumática – a adesão ao tratamento é bem melhor”, relata.

“Na grande maioria das vezes consegue-se fazer a ressecção da mama, preservando seu formato. E, para aquelas que ficam pequenas, pode-se colocar uma prótese de silicone para manter uma proporcionalidade. Em alguns casos específicos é realizada a retirada de todo o tecido mamário, preservando a pele e aréola, sendo colocada de imediato uma prótese de silicone para manter o formato”, ressalta o médico oncologista.

A cirurgia oncoplástica melhora a autoestima e a aceitação da mulher no pós-tratamento, cuja melhor forma deve sempre ser discutida com o médico, visando sempre à otimização do tratamento oncológico e estético.

“Antes, muitas pacientes se curavam da doença, mas não se sentiam bem devido à retirada total da mama. As técnicas de oncoplastia vieram para preencher essa lacuna e hoje são consideradas como padrão de excelência no tratamento da doença”, finaliza.

Hospital e Maternidade Santa Isabel realiza dois tipos de cirurgia bariátrica

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Mudar o estilo de vida é fundamental para quem vai fazer Bypass Gástrico em Y de Roux ou Gastrectomia Vertical

Considerada uma epidemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade atinge hoje no mundo um em cada oito adultos (dados da OMS de 2018) e as perspectivas são de piora desse quadro – segundo a ONU e a OCDE, as taxas de obesidade e sobrepeso na América Latina e Caribe estão em crescimento, já próximas aos índices de países como Estados Unidos e Canadá. Com isso, a procura por cirurgia bariátrica aumentou no país.

O Hospital e Maternidade Santa Isabel realiza, atualmente, dois procedimentos do tipo: Bypass Gástrico em Y de Roux e Gastrectomia Vertical. O procedimento é indicado para pacientes com índice de massa corpórea (IMC) acima de 35 – e que tenham alguma outra condição clínica (comorbidade) associada, como hipertensão, diabetes, apneia de sono grave, dislipidemia (colesterol ou triglicerídeos altos) ou osteopatia grave.

É indicado também para pacientes com IMC acima de 40, mesmo sem qualquer tipo de condição associada, conforme definição da OMS, do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

O caminho para fazer o processo de redução do estômago vai além da cirurgia. Os pacientes devem seguir a rotina de preparação após a indicação médica para que a cirurgia seja feita em melhores condições.

Todos os que são encaminhados para fazer o procedimento devem passar por uma avaliação psiquiátrica, por exemplo. “O médico psiquiatra irá avaliar se o paciente tem algum transtorno de compulsão alimentar ou psicossocial, que, diagnosticados, podem contraindicar a cirurgia”, afirma o cirurgião Dr. João Francisco Blanco de Almeida, médico responsável pelo procedimento bariátrico no HMSI.

“O paciente deve entender que a vida dele antes e depois da cirurgia deverá ser diferente, para que o procedimento seja mais eficaz. Ele tem que consumir alimentos mais saudáveis, perder peso e praticar atividade física. Todos os estudos mostram que todos os pacientes que tem melhores resultados – manutenção da perda de peso a longo prazo, são aqueles que fazem atividade física tanto no pré como no pós-operatório”, ressalta o cirurgião.

Além da avaliação psiquiátrica e psicológica, é muito importante também que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar formada por nutricionista, endocrinologista e preparador físico, para que haja a manutenção da perda de peso. “O paciente deve seguir todo o plano da equipe multidisciplinar. Ele não deve perder contato com os membros da equipe, senão terá grandes chances de recuperar o peso”, reforça o Dr. João Francisco.

Quem vai se submeter à cirurgia bariátrica deve estar focado na perda de peso e na mudança de estilo de vida, apresentando resultados antes do procedimento. “Um paciente bem focado costuma perder cerca de 10% de sua massa corpórea. De quem apresenta ganho de peso durante o período de preparo para a cirurgia, que pode ser de até dois anos, deve se esperar que o resultado final seja muito ruim. Por isso, eu costumo não operar o paciente que ganha peso nesse período, para que ele tente mudar o estilo de vida e, depois, ser submetido à cirurgia”, completa o médico.

Há casos ainda de pacientes que apresentam resultados tão positivos no preparo para o procedimento que desistem de operar. “Pacientes muito jovens, que tiveram ganho de peso em um curto intervalo de tempo e apresentaram alteração sócio comportamental não são indicados para fazer a cirurgia. É preferível que sejam acompanhados clinicamente e introduzam em suas atividades diárias a prática de exercícios físicos e reeducação alimentar”, diz.

Bypass Gástrico em Y de Roux ou Gastrectomia Vertical?

Bypass é uma técnica mista que tem o componente restritivo, ou seja, diminuição na ingestão alimentar devido um estômago pequeno, e o componente disabsortivo, que consiste em alterações hormonais e a não absorção da comida em uma parte do intestino. Esta técnica é a mais realizada no Brasil e corresponde a 75% das cirurgias feitas no país.

Já a Gastrectomia Vertical consiste na retirada de parte do estômago. É chamada de vertical ou em manga porque retira através de grampeamento boa parte do estômago verticalmente, deixando um tubo gástrico, como uma manga de camisa.

“Na maioria dos casos, eu indico a Bypass Gástrico. Estudos de longo prazo – acima de cinco anos, indicam que é uma técnica que incide em uma perda de peso muito boa, manutenção dessa perda e boa resolutividade do paciente que tem alguma comorbidade, como diabetes”, afirma o Dr. João Francisco.

O que você precisa saber sobre a cirurgia bariátrica

Avaliação – o paciente deve ser submetido a uma avaliação psiquiátrica, para saber se terá condições de se adaptar a um novo estilo de vida, obrigatório após a realização do procedimento.

Perda de peso antes da cirurgia – é muito importante que haja uma redução de cerca de 10% do peso corpóreo, indicando que o paciente está focado e se adaptando ao novo estilo de vida, em termos de alimentação e exercícios físicos.

Duração da cirurgia – dura de 50 a 80 minutos. A anestesia é geral, por meio de intubação orotraqueal – o procedimento é obrigatório para todos os pacientes.

Efeitos do pós-operatório – paciente pode apresentar quadro de dor. No entanto, como a cirurgia é laparoscópica (procedimento minimamente invasivo), atualmente as dores são muito menores. Nos primeiros dias pode apresentar náuseas, desidratação, cansaço e quadro de vômito, por conta da dieta restritiva.

Dieta – nas primeiras duas semanas, o paciente vai ingerir cerca de 750 calorias diárias por meio de dieta líquida, que é inserida no segundo dia após a cirurgia.

Alta hospitalar – geralmente, o paciente recebe alta no terceiro dia, de acordo com sua aceitação da dieta líquida. Ele deixa o hospital com um dreno, utilizado para controle das secreções intra-abdominais e para que o médico avalie se houve desenvolvimento de fístulas.

Alimentação pós cirurgia – o paciente deve seguir corretamente o plano alimentar imposto pelo médico, composto por uma dieta líquida nas duas primeiras semanas, ingerida de 20 em 20 minutos, 50 ml por vez. Na terceira semana, a alimentação é composta novamente por uma dieta líquida, mas com resíduo alimentar. Na quarta semana é introduzida uma dieta pastosa, com consistência de purê. A quinta semana, por sua vez, inicia a dieta sólida, com refeições normais em porções reduzidas.

Parte do valor de suas compras on-line pode ser doada para o Hospital e Maternidade Santa Isabel

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Fazer doações para o Hospital e Maternidade Santa Isabel – HMSI sem investir um real de seu próprio bolso já é possível. O HMSI firmou parceria com a plataforma RISU. Por meio do acesso à plataforma, exclusivo apenas para computadores e notebooks, todo consumidor poderá fazer suas compras em lojas on-line parceiras, garantindo que entre 1,15 a 15% do valor da compra seja revertido diretamente para o Hospital, apoiando seu trabalho.

O HMSI é o único hospital que atende pacientes do SUS em Jaboticabal e responsável pelo atendimento a uma população regional de mais de 140 mil pessoas. Para manutenção da qualidade do atendimento prestado, realiza campanhas permanentes de arrecadação de recursos.

A iniciativa não custará nada para o consumidor, que pagará o valor praticado pelas lojas on-line – são mais de 350, entre elas, grandes símbolos do comércio on-line, como Renner, Americanas, Casas Bahia, Amazon, Latam. A novidade é que, aderindo à plataforma RISU, é possível obter exclusivos cupons de descontos de até 80% para novas compras.

A adesão à plataforma é descomplicada e totalmente segura (veja o gráfico). Não são solicitados dados de documentos como CPF ou RG. “As doações ocorrem em total transparência. Teremos o relatório de doadores e de valores doados via compras em tempo real, mediante painel de controle do HMSI”, informa o coordenador do hospital, Dr. Jeyner Valério Júnior.

“A cada dia, mais e mais pessoas necessitam de nossos serviços. Os desafios do HMSI estão cada vez maiores. Precisamos de mais recursos para oferecer atendimento de qualidade e que realmente faça a diferença na vida da comunidade. E o principal, sem sobrecarregar o bolso de quem deseja contribuir”, esclarece o provedor do Irmandade de Misericórdia, Dr. Luiz Eduardo Romero Gerbasi.

Mensalmente o HMSI prestará contas dos recursos recebidos por meio desta plataforma de doação em seu site: http://www.hmsijaboticabal.com.br.

Este modelo de doação é chamado de Shopping do Bem. A RisU é uma plataforma que recebe doações de pessoas e empresas e repassa diretamente para as organizações como o HMSI.

Além do Hospital e Maternidade Santa Isabel, algumas das principais organizações do Terceiro Setor em todo o mundo também se beneficiam do RisU, como o Criança Esperança, Instituto Ronald McDonald, Action Aid, AACC, MAPAA, Childfund Brasil, Themis, Turma do Bem.

Os cinco passos para doar

  1. Acesse o link pelo seu computador ou notebook: https://risu.com.br/ongs/hospital-e-maternidade-santa-isabel
  2. Clique no botão e instale automaticamente o aplicativo em seu navegador (Google Chrome ou Mozila).
  3. Preencha seu nome, sexo, e-mail.
  4. Escolha uma senha
  5. Seu cadastro está pronto com total segurança. Agora você pode ter acesso a mais de 350 lojas parceiras e fazer suas compras.

Atenção: a promoção é válida apenas para compras feitas por computadores e notebooks – não é válida para transações em tablets e smartphones.

HMSI realiza procedimento inédito em Jaboticabal para paciente com AVC Isquêmico

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A equipe do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologista Intervencionista do Hospital e Maternidade Santa Isabel (HMSI) realizou, nesta segunda, 22, procedimento de fechamento (oclusão) do Forame Oval Patente em um paciente acometido por Acidente Vascular Cerebral Isquêmico. O tratamento, de alta complexidade, foi realizado pela primeira vez em Jaboticabal e considerado bem-sucedido. Seu objetivo é evitar um novo episódio de AVC Isquêmico no paciente.

O Forame Oval Patente (FOP) é uma abertura que se dá entre os átrios esquerdo e direito do coração, que ocorre em cerca de um quinto da população adulta. Normalmente não apresenta sintomas, mas esse orifício pode ser responsável por um AVC isquêmico em pessoas acometidas pelo episódio quando não há outro motivo aparente.

O procedimento é eletivo e foi realizado em um paciente da Unimed Jaboticabal. Ele é feito por meio da introdução de uma agulha na veia femoral (punção venosa), na perna, onde é inserido um cateter com uma prótese, e deslocado até o átrio esquerdo, no coração. Todo o processo é acompanhado por meio de imagens fornecidas pela escopia do equipamento de hemodinâmica e por ecocardiograma.

“O procedimento é pouco invasivo, realizado por meio de uma intervenção percutânea (punção na pele para acesso aos órgãos internos), e mais seguro que uma cirurgia tradicional. O paciente permanece o tempo todo sedado, e, geralmente, em até 24 horas ele pode ir para casa”, afirma um dos médicos responsáveis pelo serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Dr. Rafael Brolio Pavão, e um dos que conduziram o procedimento.

“É uma conquista para nós, do Hospital e Maternidade Santa Isabel, poder oferecer mais um serviço de alta tecnologia. Esse procedimento ajuda nosso hospital a subir mais um degrau na oferta de serviços em saúde de alta complexidade para a microrregião”, ressalta Dr. Jeyner Valério Júnior, coordenador do HMSI.

Todo o procedimento foi realizado pela equipe composta pelos médicos cardiologistas Dr. Rafael Brolio Pavão e Dr. Elias de Mello Ayres Neto, e acompanhado por equipe de enfermagem e ecocardiografista.

O que é o FOP

O Forame Oval Patente é uma comunicação existente entre os átrios direito e esquerdo do coração. Ele se desenvolve durante a gestação, no feto, e na maioria das pessoas se fecha naturalmente. Em cerca de um quinto da população, no entanto, ele continua presente na vida adulta.

O AVC Isquêmico se dá quando uma artéria do cérebro se fecha. Quando ele é causado por FOP, é quando há a passagem de um coágulo (trombo) do lado direito para o lado esquerdo e, daí, para o cérebro, resultando, consequentemente, no episódio de acidente vascular com bloqueio de artéria.

O simples fato do FOP estar aberto não é indicativo para que o procedimento seja realizado, e, sim, a ocorrência do AVC Isquêmico, principalmente em pacientes que não se enquadrem em fatores de risco tradicionais, ou seja, mais jovens, sem quadro de hipertensão ou diabetes e sem fibrilação atrial no coração.

Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista

O Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista é oferecido em Jaboticabal desde o início de 2017 por meio de parceria entre a Unimed Jaboticabal, o Hospital e Maternidade Santa Isabel e a Clínica CardioVida, de Ribeirão Preto.

Possibilita a realização de procedimentos como o cateterismo cardíaco e implante de stent coronariano. Também auxilia o diagnóstico e tratamento de doenças cardíacas em adultos e crianças, de maneira minimamente invasiva, através dos vasos sanguíneos, sem necessidade de cirurgia.

A oferta desse serviço no município evita a necessidade de deslocamento dos pacientes e abrevia o tempo entre os primeiros socorros e o procedimento. Os recursos humanos e tecnológicos do novo serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista são os mesmos prestados pela equipe CardioVida, que atua no setor de Hemodinâmica em Ribeirão Preto.